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  • Foto do escritorRafael Urquhart

Qual o cuidado prévio que tens tido frente aos desafios que se desvelam no medo?

Cuidado prévio com desafios? Checkagem? Decisão? Ação?


Olho e fico somente com uma parte da pergunta, qual o cuidado prévio que tens tido frente a....


Se precaver, prever, criar segurança, cuidado, acalmar, colher mais informações, ter certeza?


Essa é uma perspectiva dentre muitas possiveis. Tenho ficado presente e pensando na quantidade de decisões que tomo quando estou com medo, e não só na quantidade mas na qualidade das decisões que tomo enquanto estou com medo.


Isso me faz reescrever, como tenho cuidado dos momentos previos as decisões baseadas em medo? Sei que a pergunta já não reflete o contexto original. Mas sinto que ela tenta me trazer para o momento presente de me sentir seguro com algo, que mesmo com medo posso respirar e me fazer presente pra decidir sobre o que for. E por mais que seja a segurança ou a probabilidade de êxito, o resultado não vai estar diretamente associado a decisão. Por mais que eu tente prever o maior número de possibilidades ainda vou estar disponível ao acaso.


E esse acaso dos desafios oriundos do medo pode revelar algumas belezas não observadas? Como assim?


Algo que emerge e se apresenta num contexto de medo pode e deve ser checkado. Qual a crença falsa esta por traz ou a frente deste desafio, quais perguntas preciso fazer primeiro para validar se é realmente um desafio ou algo desnecessário?


Qual o viez por traz desse cuidado. Agir sem sentir? Sentir sem Agir? Em ambos me pego repensando quais os padrões que me fazem pensar, qual o racioncinio de segurança que emerge. O que de fato é importante?


Fico pensando na quantidade de vezes por dia que preciso me sentir seguro para avançar? Não são poucas, é sobre tempo, sobre contato, sobre necessidade, sobre assertividade. Quero acertar sempre, é possível? Quero entregar resultado sempre? Será que dá?


Seria otimo responder que sim. Mas não, nao dá. Vou errar muito ainda e esta tudo bem. Não vou cuidar ou sustentar pelo tempo necessário. Algo vai acelerar. E na pressa, algo se perder. Ainda que se perca, a escolha vai estar ali, a decisão vai fazer parte. É uma nova decisão, um novo momento.


Leio o texto e retorno ao mesmo ponto, desassociar medo a decisão, medo é sentido não contexto, o que cria o medo é que deve ser observado. Medo de que? Isso é real ou imaginação? E se for possivel materializar o contexto e se sercar de informação, qual o padrão da decisão?

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