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  • Foto do escritorRafael Urquhart

Quando é chegado o tempo das idéias que amadureceram? (16/mar)

Quando a sincronicidade mostra que tudo tem seu tempo fico perplexo.

Ainda não aprendi a esperar, a maturar. Tenho sempre a intenção do imediatismo, da ação, do fazer. Só que tem horas que sim, que tem que dar tempo para o bolo cozinhar. Não existe forno que faça bolo instantâneo. O bom bolo tem todo seu preparo, e depois paciência para tirar do calor no momento certo.

Neste sábado, em uma interação riquíssima através do café caórdico orientado ao projeto Syntropy, percebi e percebemos que talvez tenha chegado o tempo certo da experimentação. Que não por nada a Simplify emergiu agora, e que outros movimentos e sincronicidade acontecem ao mesmo tempo.

Sinto que muitas sementes plantadas por outros antes, florescem agora em varias cantos deste Brasil, em várias iniciativas que bebem da fonte de aprendizados anteriores. É como se agora fosse possível entender que tudo é sistêmico, e que as catarses simultâneas que vem acontecendo não são ao acaso, ou sorte. Sim são reflexo do semear ao longo do tempo, e que talvez agora tenhamos um número suficiente de colheitadores para mostrarem os resultados.

Tudo tem seu tempo, o tempo certo. Não sabemos que tempo é esse, mas sentimos quando ele se aproxima, quando chega perto, quando é possível.

Fomos treinados a duvidar, a não confiar. E por isso tememos, temos medo de tudo. Acreditamos que não é possível, que é difícil, que não vai dar, criamos artificialmente inúmeros cenários em planejamentos absurdos idealizando tudo que pode dar errado, paralisamos e não fazemos.

Só que quando alguns enxergam que é possível, dão um pequeno passo e fazem, geram movimento e mostram a outros que dá, convidam trazem pra perto e andam juntos num caminho de mais possibilidade, estas se multiplicam.

Um encontro inesperado de gerações diferentes, de projetos, diferentes, de culturas diferentes. 7 pessoas apenas puderam se perceber possíveis, de que dá.

E que Syntropy e Simplify juntos como campo de prática podem fazer muita coisa para evoluir o cenário que nos encontramos.

Como conviver com o diferente e tirar o melhor dessa convivência?

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