• Rafael Urquhart

Se te faz bem, por que não priorizar?

Quantas coisas que me fazem bem e acabo por não priorizar?

Escrever é uma delas…

Passei recentemente por vários períodos de não escrita, o compromisso comigo foi quebrado, mesmo eu sabendo o quanto me faz bem refletir e escrever. Não deixei de escrever por falta de tempo, mas sim por má condução deste e confusão de priorizações.

iniciadas novas rotinas, coloquei pra mim que a primeira atividade da manhã a frente do computador seria refletir como estou e escrever um pequeno texto a respeito da pergunta que deixei no dia anterior. É uma construção de hábito simples mas que estava sendo custosa.

Voltou a ficar leve escrever, o resultado positivo que me traz, faz com que o próximo compromisso ou afazer fique mais simples. Estou indo e voltando caminhando para o trabalho, nestes primeiros dias dói um pouco, mas a sensação de chegar conectado comigo supera qualquer desconforto nessa retomada.

Fiquei paralisado na pergunta me questionado por que postergo as coisas que me fazem bem, das mais simples, as mais complexas. Imagino que não seja só comigo, escrevi a traz de como é mais fácil manter compromissos com os demais, e por essa facilidade acabo fazendo primeiro o que prometi para os demais, e depois disso é que cuido de mim.

Poderia estar escolhendo fazer o que mas bem o tempo todo, e mesmo que algo me desagrade ou não cuide de mim, o faço pois algo nesse fazer pode me levar a outra coisa boa. Se trabalho é por que me proporciona recursos para fazer todo o restante, se no trabalho algo não me faz bem, posso parar, refletir e ver a conexão desse fazer que pode me levar a algo bom ali na frente.

Fica mais leve me priorizar, me cuidar, o restante parece que cria espaço, e novos tempos surgem.

Por que a não escuta em períodos de convencimentos acaba por nos afastar?

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