Como navegar no paradoxo da dúvida que constrói versus a que paralisa?
- Rafael Urquhart
- há 18 horas
- 1 min de leitura
A dúvida...ou oportunidade de escolha?
A prisão...ou a alavanca?
Incrível como os paradoxos ou dualidades evidenciam uma forma de como podemos observar o que acontece desde um ponto de escolha.
Eu escolho construir ou paralisar. Dar espaço para pensar, em meio a tanta distração.
A distração paralisa, a ação é trampolim ou alavanca para um novo despertar.
E não é sobre um despertar gigante, ou dar se conta de algo mágico grandioso. É o despertar de cada dia, acordar, fazer, relaxar.
Vou costurando frases curtas, adicionais sem espaço para o duvidar. Por que acho que o problema não está no resultado da dúvida. Posso olhar com esse olhar de creer ou de duvidar.
Por algum motivo me vem a palavra receio. Medo. Insuficiência.
Esse ponto reforça a dúvida. Duvido de mim mesmo, duvido do que acredito. Troco o otimismo pela paralisia. E parece sensível muito pelo confrontar de realidade. É como se a todo tempo estou checando a minha perspectiva de realidade. Sonho, acredito, visualizo, desenho, escrevo documento. E no ato de fazer, colocar em prova duvido.
É hora do fazer, do validar, na forma mais simples, no menor grão.
Sem grandes ousadias. A visualização e a possibilidade já está...é possível.
Agora é tornar cada degrau comprovável, focar.
Processo e foco.
Na duvida, faça. O não fazer não é uma possibilidade.
Confia em si. A guerra acabou.
Como respeitar o tempo?
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