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  • Foto do escritorRafael Urquhart

Qual o poder de uma pergunta num contexto?

Poder, pergunta e contexto. Que trio!


Começo trazendo um olhar diferente para "o poder", evidenciando a simplicidade do verbo que fala sobre permissão. O que uma pergunta pode mergulhada em um contexto?


Tento sair dessa lógica do poder sobre algo ou alguém. A pergunta não é sobre qual poder eu tenho com uma pergunta num contexto, até poderia ser, mas me vejo forçado a olhar pelo viés anterior.


Uma pergunta solta já pode muito, pode abrir uma conversa, pode convidar alguém, pode colocar algo em dúvida, pode gerar um conflito ou uma grande ideia. De fato, pode muitas coisas sob um olhar exponencial das divergências e possibilidades que ela provoca.


Ela ganha limites, um espaço seguro ou delimitado quando vem carregada de um contexto, traduzindo vários aspectos sobre quando, onde, com quem, com um objetivo A ou ainda evitando B. O contexto é amplo no entendimento, mas quando cercado de bons detalhes pode direcionar a pergunta a campos ainda inexplorados.


É, de fato podemos fazer muito mais com uma pergunta cercada de contexto. Mas será mesmo que, como sociedade, estamos praticando essa arte? De fato, não posso responder pela sociedade, mas posso assumir uma realidade que me cerca e, através dela, gerar pressupostos.


Perguntar é uma arte? Se é, pode ser traduzida como a expressão única em um canal ou meio artístico.


Se assim o for, que tal se a pergunta for a expressão única do indivíduo, sua arte, e o canal pode ser um texto, um blog, um anúncio, um vídeo, uma apresentação, um livro ou seja o canal que for, até mesmo uma tela branca como de um artista com pincéis à disposição.


Ainda que a tela seja branca e as cores sejam poucas, é o contexto, traduzido em temporalidade e história e em meio a quê, que valoriza e amplia as possibilidades de uma pergunta num contexto.


Agora sim, emerge a palavra correta e que boa troca, possibilidade x poder. Quem pode? Todos nós. Quando? Agora. Com o quê? Com a capacidade individual de agir, de se expressar, de refletir e observar, traduzindo um contexto naquilo que precisamos agora.


E nesse contexto, quem pergunta, o indivíduo, um grupo de indivíduos ou ambos ao mesmo tempo? Em qual tempo?


Quais as possibilidades de uma pergunta no tempo presente feita por muitos?












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