É difícil um dos lados fazer esse movimento, o ideal seria os dois fazerem juntos. Mas toda interação parte de um movimento inicial que emerge em alguma ponta então, escolha você ser quem toma a iniciativa, independente de contexto, culpa ou razão, se permita olhar no olho do outro, pedir um abraço e dizer que sente muito, pedir perdão, dizer que ama e por fim agradecer por todo o aprendizado do conflito existente.

A normalidade é temporária, os meios mudam, os tempos mudam e o que é normal também. A aceitação do novo, do anormal leva um tempo, mas as vezes em estalos vira anormal. É só ver os patinetes verdes e amarelos pela rua, ainda é anormal pegar em qualquer lugar e entregar em qualquer lugar. Logo logo isso vai ser tão normal que ninguém irá perceber.

Quando estamos na correria, na pressão, cortamos o tempo de reflexão e retorno dos nossos pensamentos. Acessamos NÃOs e SIMs automáticos, rápidos, acelerados, com um pensar limitado ao contexto presente. É natural que algo que seja dito está desencaixado, que um sim pode ser cuidado, e um não podia ter sido melhor conversado para analisar alternativas.

O caos pode ser um convite inesperado, para um encontro de emergência, onde pessoas se reunem sem saber ao certo a intenção do encontro. São surpreendidas por um convite a um grupo fechado, e ao reagirem a esse convite de forma negativa, outra possibilidade surge, em meio ao caos, mas com a ordem de condução de que tudo que emerge é positivo, e de um simples pedido de ajuda surge um novo grupo repleto de sabedoria, apoio e paixão, como o circulo de anfitriões que emergiu neste dia 11.

ou aproximados, de alguma forma eles se aquecem, ainda mais se reverterem energia para um mesmo centro focal, ai todos eles se potencializam com a reação dessa energia sobre estes movimentos. É uma curta reflexão das contextualizações que recebi hoje do Diogo Carloto da Syntropy, e essa sintais explica alguns movimentos. De alguma forma esse modelo digital está associado ao modelo físico do que vem ocorrendo na Simplify, todos envolvidos estão gerando movimentos em direção ao centro, e de alguma forma esse centro nos reabastece com oportunidades e energia de entrega de valor.

Essa lista começa a se tornar infinita, o intangível é infinito, depende do quão presente estamos para percebe-lo. É possível dar sentido, talvez sim, explicar para entender, talvez não. Sinto, reflito e aprendo que o intangível só pode ser vivido individualmente por cada um. E mesmo que seja um intangível intencional, casa um vai interpretá-lo a partir da sua história e preparo para poder perceber no seu nível de valor. SIMPLES ASSIM, cada um da valor e percebe o intangível que te cerca.

Quando estamos conectados com nós mesmos, cientes e presentes com os movimentos do nosso corpo, nos permitimos conectar com o outro com presença de coração através da dança e do movimento do corpo. É como se energeticamente conseguíssemos empatizar com o outro de forma mais direta, seja pelo olhar ou por simples movimentos seguindo a musica. Muito provavelmente conversas significativas na sequência destas experiências nos permitam acessar outros níveis de conexão.

Ainda não sei se funciona mesmo, mas nesse momento, partilhar estímulos positivos orientados a amor e paixão pelo que se faz, desprovidos do ego comparativo entre seres, e providos da vulnerabilidade de se permitir errar e aprender juntos, me conecta mais, me estimula mais, me põe em movimento de perceber que é um caminho mais doce, não mais fácil, mas sim mais simples.

Sim quando andamos em grupos, temos estimulo das mas variadas formas, seja alguém nos apoiando, ou um chefe nos dando agulhadas nos cobrando. E assim como manadas vamos evoluindo, como o gado chicoteado no brete, ou outros estímulos baseados em violência. Reflito por que a maioria dos estímulos que me vem a memória são relativos a dor. Sem dor sem resultados. Será?

Na mesma linha, o painel de recursos de o que preciso e o que ofereço frequente em todos os google campus, é outra forma positiva, de conexão no mesmo formato. Mas ainda assim pedidos não encontram ofertas. Como conectar outras formas de recursos? Como integrar mais as pessoas para que ofertas encontrem demanda em maior velocidade e qualidade?

É sobe a velha história da furadeira e do aspirador. Faça um inventário de quantos existem no teu prédio, e escolha um lugar do condomínio para deixa-lo disponível. Aposto que ninguém mais vai sentir falta disso ou daquilo. Se não moras em edifício, escolha um lugar na sua rua, pra que fique disponível pra todos que ali moram.

Voltando a pergunta, me sinto responsável por ajudar, por mostrar que existe um caminho mais curto, mas não mais fácil, que é o de fazer, fazer e fazer, SIMPLES FAZ, este fazer potencializa novas ideias que surgem, e deixa que as ideias anteriores fiquem somente o tempo necessário no campo até se tornarem realidade. Precisou fazer, faça, se ficar muito tempo discutindo o como, muito provavelmente a ação vai ficar bloqueada e nunca vai acontecer.

Esse desprezo pelo não convite acontece em todos os âmbitos, todas as situações, a todo momento. Ao longo do dia são raras as vezes que não nos sentimos azarados e isolados. Então simplifique, converse, cuide com carinho do conflito, busque a pessoa que não te convidou para uma conversa, ou inverta o jogo convide a pessoa imediatamente para uma conversa direta, e pergunte sempre, o que estas sentindo e aprendendo?

Assim me fica mais fácil dizer o como se permitir ter TAIS CONVERSAS, ressignifique a palavra discordar, abrace o conflito por que ele é um livro aberto de algo que estas prestes a aprender. Se não temos um conflito ou fugimos dele, acabamos por guardar uma energia absurda dentro de nós de curiosidade do que não aprendemos, acumulando ao ponto de estourar com o outro e NOS AFASTARMOS DEFINITIVAMENTE DO OUTRO. Talvez isso explique tanta violência, tanta briga, tanto afastamento e separações entre nós humanos.