• Rafael Urquhart

Como perceber os tempos de resmungos?

Resmungando junto até descobrir o equilibrio. Será?

Gosto de conflitos, principalmente os internos comigo mesmo.

Na zona de conflito, o resmungo é tradicional. A cara feia, o desgosto ou incomodo vem juntos até o limite da suportabilidade. Nesse lugar acontecem basicamente duas possibilidades, ou a reclamação é constante ou ela vai se acumulando até explodir em um único golpe.

Nesse período ou espaço tempo, acontece muita coisa. Se o foco tiver no resmungo o caminho é mais difícil naturalmente, agora é possível alterar o foco para a origem do resmungo, ou para os padrões em comum entre os envolvidos, mesmo que seja consigo próprio.

Normalmente nessa zona de desconforto é onde descobrimos novas habilidades e soluções. É no conflito que outras possibilidades emergem, que algo que eu não teria pensado na normalidade se torna possível. Somente posso ver claro quando sei o que é ter minha vista embaçada. É como se a solução dependesse diretamente do problema. Só sei o que é claro por conhecer o escuro, o doce, a luz, o certo, e por tantas outras dualidades possíveis. Existem aprendizados que demandam da dualidade, é mais rápido aprender o A quando tenho o B oposto presente ao mesmo tempo, isso acontece nesse pedido de resmungo e conflito.

Quais são os opostos que se apresentam? Quais lados? Quais visões antagônicas? É nessa polaridade que emerge um terceiro ponto comum onde todo ruim se dissolve e o novo confortável se torna possível.

Como aprendemos sobre quente e frio?

0 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Um verbo. Pronto, até aqui concordamos todos. Este é o limite do meu consicente, do pensar, do entender que consigo conectar com qualquer um que me lê, até o meu eu do futuro. O que é? Para quem? De f