• Rafael Urquhart

E se confiando nos tornamos apreciativos?

E se na confiança conseguimos olhar mais longe, por mais tempo?


Hoje assisti um video onde uma das mensagens foi do belo que está sempre na nossa frente, só depende da perspectiva e do tempo que ficamos olhando.

Me bateu forte um olhar de que precisamos perceber por mais tempo para poder ver a beleza e o positivo de tudo que nos acontece. Só que percebi que para dar esse tempo, precisamos confiar, em nós, no ambiente e no outro. É como se a partir dessa confiança emergisse a crença de que existe algo extraordinário neste instante que não estou vendo, procuro por alguns segundos e pronto, aí está.

É sobre dar-se tempo para apreciar a paisagem, o caminho de uma longa vida.

Sem apreciar é cómo se perdêssemos inúmeros momentos mágicos por estarmos fixados em problemas, imersos em duvidas e desconfiança. É mais simples, muito mais simples.

QUE TAL se ao simplificar olhássemos por mais temo, apreciássemos por mais alguns instantes até que o que realmente importa apareça, o mágico, o especial, o único e verdadeiro recado do universo.

Qual o limite da apreciação?

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