top of page
  • Foto do escritorRafael Urquhart

E se eu tivesse um artefato pra reconhecer uma conversa e uma troca de valor imediata? (18/jul)

Hoje pela manhã, no ponto cego, tivemos conversas não só especiais, mas diria que espetaculares. Com aprendizados incríveis sobre compromisso, comprometimento e confiança.

Tive uma aula, das pessoas que estavam ali. No final fiquei de coração e mente cheia, repleta de nova sabedoria, e fiquei com essa pergunta na cabeça. E se eu pudesse efetivamente reconhecer o que aprendi com o outro a vista, de imediato, reconhecendo e já transferindo alguma importância.

E se isso fosse um hábito de todos, como seriam as trocas, o nível das conversas e a maturidade na presença do outro.

Fiquei pensando o que estaria acontecendo, como as pessoas estaria valorizando mais a presença uma das outras, como os diálogos estariam mais focados no efetivo aprendizado do outro e de si próprio. O que aconteceria nas relações com este ingrediente em que pudéssemos estar permanente mente valorizando o aprendizado uns com os outros em plena colaboração.

Me parece um mar de possibilidades a ser explorado, isso também traria oportunidade também de reconhecermos como ineficiência uma conversa. Imagine o contraponto de sair de uma conversa de 2 horas de duração e com sentimento de pouca efetividade e aprendizado. Se reconhecer fosse um habito, um baixo reconhecimento soaria como um Feedback simples, sem muito a declarar quando algo não foi muito efetivo.

Já pensei muito nestas ferramentas possíveis de reconhecimento no inicio do ano, entra tempo e sai tempo e volto ao mesmo tempo, me apegando ao que de verdade está valendo a pena no contato com o outro.

Qual o preço da liberdade de se escolher como e quando trabalhar?

0 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

...e se tudo fosse sobre aprender?

Uma premissa básica talvez? Uma constatação quem sabe? Triste ou feliz, tenso ou relaxado, rico ou pobre, bem ou mal, sei la quantos outros paradoxos extremados binários em que por padrão comum carreg

E de fato o que é sonhar?

Um verbo. Pronto, até aqui concordamos todos. Este é o limite do meu consicente, do pensar, do entender que consigo conectar com qualquer um que me lê, até o meu eu do futuro. O que é? Para quem? De f

Comments


Post: Blog2_Post
bottom of page