• Rafael Urquhart

Ficar pensando nisso ou continuar fazendo despretensiosamente seguindo a jornada?

Nisso o que? Já não tenho mais o foco de ontem, no que estou pensando agora?

Confesso que o que estou pensando nessa manhã até o momento, são os espaços de tempo que não me considero produtivo, como se estivesse entregando menos do que posso.. Seguidos desse pensamento me vem em mente a pergunta “O que fazer?” já num contexto dos pensamentos conectados as mudanças necessárias.

Paro e penso no contexto do pensar, fico maquinando, fritando e de alguma forma isso me impede de fazer. O pensar em fazer de certo modo atrapalha o fazer, interrompe a jornada. Não preciso estar fazendo o tempo todo, mas acredito que o fazer sem pretenção, pode aos poucos ir criando o fim necessário e mudando o curso desse fazer.

Me perdi.

Fazer, continuar fazendo, continuar caminhando, sem me prender muito aos pensamento que me aprisionam, independente de quais sejam, independente do contexto. Manter a constância do caminhar, pode trazer novas perspectivas do contexto do caminho.

O que acontece quando não consigo perguntar?

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