• Rafael Urquhart

O que acontece quando voltamos pra um campo conhecido onde gostamos de jogar? (15/jul)

Voltei pra um canteiro de obras hoje, frio, vazio ainda, com muitos espaços sobrando. Mas com aquela janela que abre e mostra um monte de maquinas, por hora recursos que operado por pessoas podem construir grandes coisas.

Voltei pra um computador pra planejar, desenhar estratégias, analisar números do que ainda vai acontecer. É como se eu montasse um tabuleiro lindo, pra depois distribuir as peças e nos divertirmos. Gosto, conheço os detalhes pequenos e importantes desse jogo, consigo fazer o mesmo em outros cenários, olhar perceber e colocar estratégias para as coisas darem certo.

Nunca planejei uma obra pra aprender, foi sempre pra atingir o melhor resultado, mas em todas elas aprendi pelas tentativas e erros, pelas infinitas versões de estratégia e as infinitas tomadas de decisão de correção de rota em cenários complexos.

Gosto de fazer, sei fazer, mas o mercado meio que implodiu. É um jogo que gosto quando a empresa me faz sentir o que realmente importa. É um jogo que vale a pena ser jogado se a causa é nobre. Com o tempo fui criando outros joguinhos divertidos como este, que volta e meia ocupo e prático. A simplify virou um salão de recursos, assim como um canteiro de obras também o é, de ambos saem idéias maravilhosas, motivantes e que me fazem querer jogar por mais tempo.

O que o olhar pro fogo tem a nos dizer?

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