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  • Foto do escritorRafael Urquhart

O que emerge ao fazer o que te apaixona?

Energia pra fazer mais.

Então só faço o que me apaixona e o Éden está resolvido.

Que bom seria. Mas o que mais emerge além da energia?

Fôlego, retidão e paciência para sustentar o que precisa ser feito e não me apaixona.

A ordem ideal seria fazer coisas que me apaixonam para ter energia para suportar as que já não gosto tanto ou ainda pior, fazer as coisas que me incomodam. O incrível dessa busca de equilíbrio é cair na dor de fazer o contrario. Se entristecer o suficiente fazendo as coisas sem paixão, para que no final ou quando der tempo fazer aquilo que realmente faz o olho brilhar.

Alguns trabalham pra se aposentar. Outros para tirar as férias. Outros começam a segunda já programando a sexta feira. E em algum momento na jornada, o tal trabalho virou aquela coisa sem paixão, sem brilho.

Se energia é o que emerge, como se re-apaixonar? Ou como manter a paixão em dia?

Talvez não existe resposta pronta, nem forma divina. Talvez apenas o que exista é essa percepção de energia, de tirar dum lado pra por no outro, de equilibrar-se em si mesmo não perdendo a paixão e permitindo-se corrigir a rota no caso da paixão acabar.

Como se re-apaixonar por algo?

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