• Rafael Urquhart

Para que tanta pergunta?

Para refletir…talvez.

Para perceber outras perspectivas.

Para não se sentir no eu já sei.

Para fortalecer a humildade de que sempre estamos aprendendo.

Para não se acomodar.

Para reaprender.

Para conectar.

Para evoluir…

As vezes parece que nunca é o bastante, é um looping infinito, literalmente não vejo fim, e tampouco vejo estagnação. Perguntar me faz refletir sobre mim e sobre o que esta acontecendo na minha volta o tempo todo. Não quero ter as respostas certas, apenas escolho as respostas do dia e do minuto que estou pensando sobre algo.

Ontem me dei conta que 10 minutos depois, minha resposta a uma mesma pergunta pode mudar, já tinha experimentado em outras diferenças de tempo, mas dificilmente responderia a mesma pergunta com o mesmo olhar ou mesma perspectiva 2 vezes.

O perguntar me conectou, me pareceu mais fácil, mais prático, mais simples, mais humilde também. Com a minha formação tecnico-pragmática, eu deveria buscar sempre as melhores respostas ou as respostas certas. E com perguntas abertas percebi que não funciona assim, que existe muita subjetividade no ser humano anfitriando a si mesmo e ao outro.

Talvez eu seja um perguntador, e não um respondendor. Ou ambos.

Olho para as motivações que surgiram sobre perguntar e só consigo me ver aprendendo, confesso que sem celebrar como deveria, as vezes me sinto sem sair do lugar. Mas quando releio os textos, as perguntas e as respostas, percebo que muita coisa mudou, evoluiu e pode seguir evoluindo. O mundo pode mudar, a politica pode mudar, as pessoas irão mudar, tudo irá mudar e mesmo que tudo mude, tenho a certeza que perguntar ainda me permitirá aprender.

Para que aprender?




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