• Rafael Urquhart

Quando o pavor bate a porta? (24/set)

Sabe aqueles dias que o tempo fecha, nada da certo, o pessimismo toma conta, tudo fica ruim, nada é possível. Estes dias são terríveis.

É como se tudo ficasse critico, pelo simples fato de o olhar estar azedo, nada funciona, nada presta, tudo vai dar errado, não acontece conforme o esperado e não paro pra respirar e olhar o que aconteceu de bom.

Digo que é o dia do pavor, o humor não melhora, o sono não vem, a noite é em claro, a preguiça atropela, tudo fica em desatenção, e toda prática do mundo se perde na perspectiva negativada de tudo de todos e de si mesmo.

É aquele dia que quando alguém me escuta, digo que tudo está uma m… que nada vai dar certo, que sou incapaz, que sou fraco e que não consigo. QUE SOU VITIMA DE MIM MESMO.

O pavor bate a porta quando me coloco no limite da desistência, e isso só acontece por que não dediquei tempo a sonhar, por que deixei de confiar em mim, por que não fiz movimentos positivos. Se começo a me explicar com por quês é por que realmente a coisa ficou séria. Para quê? Qual o caminho.

Não da pra se apavorar, respirar é saída, parar, chamar outros, dar um tempo, tomar um suco, aceitar sorrisos e sorrir para continuar, afinal a vida não para.

Quando o céu da respostas?

0 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Um verbo. Pronto, até aqui concordamos todos. Este é o limite do meu consicente, do pensar, do entender que consigo conectar com qualquer um que me lê, até o meu eu do futuro. O que é? Para quem? De f